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| Quando á golo... Cardinal está (quase) sempre no meio |
DINA 4 – CSKA 7
(ao intervalo 3-3)
Dina:
Logins – Khamadiev, Bordéus, Mauricio, Marcelo, Glavatskih, Sytin, Abramov, Kuzenok.
Cska
Klimovski-Maevski, Cardinal, Sergeyev, Ricardinho, Kaņivecs, Kotlyarov, Filippov, Divanei, Azizov, Shakirov. Marcha do Marcador
1-0 Khamadiev (2)1-1 Kanivetc (7)
2-1 Sytin (10)
2-2 Cardinal (16)
2-3 Shakirov (22)
3-3 Sytin (25)
3-4 Filippov (27)
3-5 Cardinal (33)
4-5 Glavatskih (34)
4-6 Kotlyarov (46)
4-7 Cardinal (47).
Disciplina
Amarelo para Cardeal e Shakirov. Começou bem a equipa da casa marcando cedo e colocando desde logo, o CSKA na condição de ter procurar a recuperação, arriscando na ofensiva.
Só aos dezasseis minutos a equipa do exército, conseguiu o empate quando Cardinal marcou o seu primeiro de três golos. Seis minutos depois Posh Shakirova colocava a sua equipa em vantagem pela primeira vez. Mas ainda na primeira parte o Dina empatava a três golos.
Começou forte, desta vez, o CSKA e com dois minutos do segundo tempo voltou à vantagem, dilatada por Cardinal para dois golos de diferença. Quando tudo parecia normalizar uma perda de bola permitiu novo à equipa da casa, colocando o resultado na diferença mínima.
O Dina continuou a procurar o empate mas a maior valia técnica do CSKA, conseguiu controlar o jogo numa fase de algum assédio da equipa caseira.
Na fase final, a maior frescura física do CSKA acabou por ditar a sua lei,. O Dina passou a jogar em cinco para quatro, numa perda de bola esta sobrou para Ricardinho que serviu para Cardinal, que fechou o jogo com o seu terceiro golo, acabando por marcar mais golos, terminando com um jogo com muitos golos de ambos as partes
Quanto aos “nossos” lusos deve referir-se que Divanei (que vem de uma lesão) esteve a um nível considerado normal, procurando a sua forma. Ricardinho foi o patrão da equipa, que a lançou e controlou. Muitas vezes o vimos a controlar a bola e virar-se para os companheiros pedindo-lhes (com gestos) para terem calma… para além disso fez três assistências para golo que foram aproveitadas e algumas que não o foram. Cardinal levou para Rússia o seu poder letal. Quando a bola lhe chega o adversário treme e os seus adeptos esperam golos. Cardinal fez-lhe a vontade e marcou por três golos, mantendo a sua forma de matador
Miguel Andrés, treinador do IFC "Dina:
Quero felicitar rivais pela vitória, e os meus jogadores que fizeram todos os esforços para alcancem um resultado positivo. No adversário será de mencionar Klimovskogo, hoje ele jogou em grande.
Paulo Tavares, treinador do CSKA
Não conseguimos mais uma vez entrar bem no jogo. Também considero que tivemos alguns erros defensivos, que corrigimos durante a segunda parte. O resultado está certo. Considero que merecemos vencer hoje, porque no decurso da partida fomos superiores.

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